Vacância em queda

3º trimestre tem queda de vacância na maioria das regiões do mercado imobiliário: Buildings apresenta em primeira mão dados do período e perspectivas pós-eleições

Em seu último “Buildings Exclusive”, evento realizado em São Paulo, a Buildings Pesquisa Imobiliária apresentou o mais novo panorama do mercado imobiliário corporativo. O fechamento do terceiro trimestre de 2018 mostrou que houve queda na vacância nos principais segmentos do mercado imobiliário corporativo em todo o Brasil e em suas principais regiões. Em São Paulo, a vacância geral caiu de 18% para 17,7% e apenas no segmento classe A reduziu de 20,1% para 19,5%. No Rio, a vacância geral também caiu, de 23,1% para 22,8%, e no segmento classe A reduziu de 45,6% para 43,8%, essas reduções são reflexo principalmente do movimento de flight-to-quality que marcam as movimentações na cidade.

No segmento Industrial, houve redução de 23,7% para 22,8% em todo o Brasil; e apenas no estado de São Paulo a vacância caiu de 24,3% para 23,9%.

Dados das regiões na capital paulista.

Outro destaque apresentado foi o fechamento de dados do terceiro trimestre em regiões específicas da cidade São Paulo, que apresentam vacância muito baixa e preços pedidos em alta. Entre elas estão as regiões da Faria Lima/Itaim, com vacância na casa de 9,98% e média de preço pedido de R$ 133 por m²; a região da Paulista, com vacância de 11,5% e preço pedido de R$ 108 o m²; e ainda a região da Vila Olímpia, com apenas 4,9% de vacância e preço pedido de R$ 96 por m².

Projeções para os próximos anos.

A Buildings assumiu ainda o desafio de realizar uma análise sobre o comportamento do mercado de escritórios nos próximos anos, após um período de crise do setor e agora com um novo presidente eleito. Para a Buildings, o ciclo de 2020/2021 será marcado por vacâncias equalizadas nas regiões primárias (principais mercados) e preços em elevação de forma geral.

“Passados os últimos anos de crise e incertezas, temos um cenário bem mais claro do que está por vir, principalmente no mercado de escritórios em São Paulo. Com a previsão de crescimento no PIB e ainda algumas regiões de São Paulo com boas oportunidades de preço, estimamos um próximo ano de muitas movimentações”, diz Fernando Didziakas, sócio da Buildings.

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