Golgi Duque de Caxias: além das expectativas do mercado

 

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Foto: Divulgação

Golgi Duque de Caxias

Golgi Duque de Caxias chega ao Rio de Janeiro para ser novo marco do setor de condomínios logísticos, com alto padrão em ótima localização.

Toda evolução tem seus marcos. Em um mercado relativamente novo, como o de condomínios logísticos, esse tipo de situação pode demorar a acontecer, ou não. Estamos falando de um setor que cresceu a passos largos, pressionando os avanços na qualidade. Além disso, a evolução está diretamente ligada ao feedback dos usuários, que conforme vão utilizando os produtos vão apontando melhorias.

Especificamente no mercado de galpões, a demanda das empresas é por espaços eficientes, nos quais possam ocupar a maior área possível de armazenagem sem se preocuparem com mais nada, apenas com a própria operação logística. Essa situação, quando atrelada a uma boa localização, resulta em uma resposta mais do que justa para as demandas de mercado.

E é justamente nesta fase em que o mercado do Estado do Rio de Janeiro chega, por meio do lançamento do Golgi Duque de Caxias, empreendimento já em construção da fase 1, referente ao galpão B. Trata-se de mais um resultado positivo da joint venture da Autonomy Investimentos com a canadense Cadilac Fairview – que resultou na Golgi Condomínios Logísticos – e que já é um novo marco da região e do momento do mercado.

Atualmente, a Golgi possui cinco projetos: o Golgi Seropédica e o Golgi Duque de Caxias, ambos no Rio de Janeiro; e os Golgis Mauá, Jundiaí e Arujá, em São Paulo, totalizando 680 mil m² de condomínios logísticos, sendo aproximadamente 130 mil m² de área locável construída nos Golgis Seropédica e Mauá. Além disso, há 125 mil m² de área em construção nos Golgis Duque de Caxias e Jundiaí, com previsão de entrega ainda neste ano. O restante, encontra-se em fase de desenvolvimento.

O que cria uma referência?

No setor de condomínios logísticos, a localização é primordial. Então, começamos a entender a inovação do Golgi Duque de Caxias já a partir deste ponto. O empreendimento conta com um terreno de 630 mil metros quadrados, sendo 250 mil metros quadrados de área locável, distribuídos em oito galpões. A metragem de ocupação é bem flexível, a partir de 6 mil metros quadrados, ou seja, as empresas podem optar pela metragem que precisam, evitando desperdício de verba com aluguel. Com esse cenário, é claro que o os espaços vão receber diversas empresas, de diversos setores, atendendo bem a todas em suas especificidades na hora da distribuição.

Quanto a essa flexibilidade, o Golgi Duque de Caxias não deixa dúvidas. Se o foco for o mercado consumidor do Rio de Janeiro, são apenas 22 km até a Av. Brasil, em frente ao Arco Metropolitano. Se a necessidade é transportar via marítima, são 65 km de acesso fácil ao Porto de Itaguaí (ES). Além disso, são 30 km até o Aeroporto do Galeão (RJ), sem contar com a proximidade das rodovias Washington Luís e Presidente Dutra, garantindo fácil acesso ao transporte rodoviário e saída para São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), por exemplo.

Contudo, não são só as saídas fáceis que foram consideradas na localização. Com a proximidade das vias e os possíveis trajetos, os caminhões conseguem se locomover de forma mais rápida até as rodovias, resultando em um acesso que pode ser feito em um tempo curto e sem passagem por grandes trechos urbanos e áreas que representam riscos à segurança.

Certamente, trata-se de uma localização perfeita. Mas, respondendo melhor ao título desta parte do texto, o que cria uma referência? Uma localização como essa, um empreendimento deste porte e de alto padrão já é referência, mas e se junto a isso outros diversos valores são agregados, juntamente com um preço condizente com o que as empresas podem pagar? É justamente esse o perfil de referência do Golgi Duque de Caxias, que você vai conhecer a seguir.

Infraestrutura

Os galpões do Golgi Duque de Caxias vão contar com 12 metros de pé-direito, com piso que suporta até seis toneladas por metro quadrado. A modulação dos pilares é de 22,5 metros. Ou seja, trata-se de um ótimo aproveitamento do espaço. Com todo o sistema de combate a incêndio instalado, os galpões serão entregues com banheiros e com a possibilidade de construção de mezanino, que pode servir para áreas privadas, escritórios ou o que for interessante para o ocupante.

Em relação às áreas e serviços comuns, existe o monitoramento de todo o perímetro por meio de CFTV e controle de acesso via biometria, além de duplo cercamento, concertinas e speedrite. A segurança é garantida, 24 horas por dia. Além disso, toda infraestrutura de restaurante, vestiário e ambulatório será entregue. São espaços que, juntamente com áreas de convivência e de apoio ao caminhoneiro, certamente vão contribuir muito para a qualidade do trabalho de todos os envolvidos.

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Com a quantidade de galpões e docas que existem no projeto, certamente o fluxo de caminhões e colaboradores será grande. Por isso, o empreendimento também não tem economia de vagas, sendo 388 para caminhões e 1.430 para carros.

Especificamente sobre o galpão B, resultado da fase 1 da execução do projeto, existe uma portaria com eclusas com garra de tigre, além de área de administração, restaurante e vestiários. Para essa unidade, são 479 vagas para carros e 76 para caminhões, sendo 48 em um estacionamento externo e 28 no interno.

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Em números, o galpão B possui 60.747 metros quadrados de área locável. A possibilidade de construção de mezanino é de 7.113 m², chegando, então, a 67.860 m² de locação. Todo esse espaço pode ser locado por uma só empresa, ou dividido em 10 módulos que possuem áreas que vão de 6.098 m2 a 6.816 m². Ou seja, a empresa ocupante pode optar por um ou por mais módulos, adequando o espaço justamente ao que precisa.

O Galpão B possui 136 docas, sendo que cada módulo terá de 13 a 14 docas, resultando em uma proporção de aproximadamente uma doca a cada 400 metros quadrados de armazenagem, o que permite menor esforço para carga e descarga e setorização simultânea. Além disso, os nichos estarão preparados para receber niveladoras.

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Economia e sustentabilidade

Você deve estar se perguntando se uma locação em um empreendimento de alto padrão como este é realmente um investimento com valor acessível e que não prejudica o orçamento das empresas. A reposta é sim. Como isso é possível?

Primeiramente, o modelo de condomínio, além de atribuir flexibilidade de ocupação e segurança, representa um interessante rateio de custos que, no caso da manutenção de um galpão próprio, tem que ser pago por uma única empresa. Logo, o gasto com a manutenção das áreas em comum e com os serviços oferecidos são distribuídos entre os ocupantes, por meio da taxa de condomínio. E, no caso do Golgi Duque de Caxias, que vai contar com oito galpões, trata-se de um fator ainda mais interessante.

E se for possível economizar ainda mais? Sim, também é. Já há certo tempo, a construção civil sustentável – já bem evoluída no setor de prédios comerciais – é vista não somente como uma forma ambientalmente correta de construir e operar, mas, também, como um meio de economizar recursos e, consequentemente, gastos.

O novo empreendimento da Golgi já está em processo de certificação LEED Gold, (emitido pelo USGBC – U.S Green Building Council). Trata-se do selo mais difundido no Brasil e que já conta com critérios específicos para avaliação de galpões. É um atestado que garante a sustentabilidade por meio de auditorias e documentações.

Essa característica verde, já comprovada com o mesmo selo em outros empreendimentos da Golgi, abrange tanto as áreas comuns quanto as de uso privado, dentro das responsabilidades da empresa incorporadora. Em todo o empreendimento, incluindo as áreas internas dos galpões, a economia começa com a iluminação em LED, que reduz drasticamente o gasto com energia elétrica.

Além disso, o empreendimento foi construído seguindo preceitos técnicos que garantem a sustentabilidade e possui estação de tratamento de esgoto e sistema de coleta seletiva de lixo. A adequação de acessos para pessoas portadoras de necessidades especiais, que também conta pontos para a certificação – como item de conforto ao usuário – também foi feita.

Para garantir a segurança e o funcionamento ininterrupto do condomínio e das operações dos ocupantes, a incorporadora instalou geradores, que têm capacidade para atender tanto as áreas de uso comum quando os espaços privativos.

O que o mercado precisa

O Golgi Duque de Caxias chega ao mercado do Rio de Janeiro e do Brasil para superar as expectativas das empresas que precisam de espaços flexíveis em galpões logísticos. Localizado no Arco Metropolitano, o empreendimento está a 18 km da refinaria Reduc, a segunda maior do Brasil em capacidade para refino de petróleo. A 68 km, está o complexo petroquímico do Rio de Janeiro. Ou seja, trata-se de uma boa locação para empresas que trabalham direta ou indiretamente com o setor de óleo e gás.

Contudo, pela estrutura pensada, certamente é um espaço que tem a capacidade de atender à demanda das empresas dos mais diversos setores, com qualidade, sem custos excessivos e com todo o conforto, sem que existam preocupações que não façam parte dos negócios da locatária. Para otimizar ainda mais a operação e a manutenção ficará a cargo de uma empresa multinacional especializada nesse tipo de administração. Ou seja, para a empresa ocupante, basta escolher o tamanho necessário, fazer as personalizações do espaço e começar a operar.

A fase 1 do empreendimento, referente ao galpão B, será entregue no começo de abril, com espaço pronto para ocupação. O restante dos galpões deverá ser construído sob demanda das empresas locatárias. Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail golgi@golgi.com.br ou pelo telefone (11) 3524-2500.

Fonte: Buildings

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